Desenvolvimento acelerado com agentes de IA.
Agentes de IA já escrevem, testam, documentam e revisam código. No Dev Factory, eles trabalham dentro de uma fábrica com padrões: o contexto da organização, templates, serviços prontos e uma esteira até produção. A empresa escolhe o agente e o modelo. A plataforma garante que o resultado seja uma aplicação governada.
O agente escreve o código. A fábrica entrega todo o resto.
Sozinho, um agente de IA gera código rápido, mas a aplicação ainda precisa de identidade, dados, esteira, ambientes, custo e auditoria. Dentro da fábrica, ele já encontra tudo isso pronto. O time descreve, revisa e aprova; o agente constrói sobre uma fundação que não precisa ser refeita a cada projeto.
Do requisito ao código
A partir de um template da organização e do kit de conexão do projeto, legível por pessoas e por agentes. O agente chama serviços prontos em vez de montar infraestrutura.
Testes junto com o código
Testes escritos e executados pelo agente, na mesma esteira de build de todas as aplicações. O que chega a QA é o que foi construído e testado.
Documentação viva
Regras, fluxos e integrações documentados a partir do código, navegáveis por projeto. Inclusive de sistemas legados.
Segurança no fluxo
Code Security Review sob demanda, com achados mapeados a OWASP, CWE e MITRE ATT&CK e correção por IA entregue como merge request.
Por que a velocidade da IA precisa de uma fundação: Por que agora. As oito estações por onde o código passa: A fábrica.
O agente que o seu time já usa. O modelo que a sua empresa contratar.
O Dev Factory não amarra a empresa a um fornecedor de IA. Templates, padrões da organização e kit de conexão servem a qualquer agente de codificação. A escolha do agente, do modelo e da forma de contratar fica com o cliente. A lista abaixo é um exemplo, não um limite.
Claude Code
Pela linha de comando ou como extensão do VS Code. Roda com Amazon Bedrock, Google Vertex AI, Microsoft Azure AI Foundry ou direto na Anthropic.
Codex
Pela linha de comando, como extensão de IDEs como VS Code, Cursor, Windsurf e JetBrains, ou como agente em nuvem.
GitHub Copilot
Agent mode no VS Code, coding agent no GitHub e o Agent HQ, em que Claude Code e Codex trabalham dentro do GitHub ao lado do Copilot.
Kiro
IDE e linha de comando da AWS para desenvolvimento com agentes, sucessor do Amazon Q Developer.
Antigravity, Gemini Code Assist e Jules
IDE e linha de comando com agentes, o assistente de código para empresas e um agente que trabalha de forma assíncrona. Modelos pelo Google Vertex AI.
Cursor, Windsurf e o que vier
O mercado de agentes muda rápido. A fábrica não depende de nenhum deles: o que ela entrega ao agente é contexto, padrão e serviço pronto.
Três caminhos, a mesma fábrica.
Na nuvem que a empresa já usa
- Amazon Bedrock
- Google Vertex AI
- Microsoft Azure AI Foundry
Contrato com quem faz o modelo
- Anthropic
- OpenAI
Onde o código já está
- GitHub Copilot e os agentes do Agent HQ, com a governança da organização no GitHub.
No Grupo Equatorial: Claude Code no VS Code, pelo Amazon Bedrock.
Os desenvolvedores do Grupo Equatorial usam o Claude Code dentro do Visual Studio Code, conectado direto ao Amazon Bedrock. Foi uma escolha do cliente. A mesma fábrica funcionaria com o Claude Code contratado direto da Anthropic, com outro agente ou com outro provedor de modelo.
Agente, IDE e modelo do jeito do cliente
- Agente: Claude Code.
- IDE: Visual Studio Code.
- Modelo: pelo Amazon Bedrock, na AWS do cliente.
- Estação de trabalho: Amazon WorkSpaces, dentro da rede da empresa.
A máquina do desenvolvedor dentro da rede segura da empresa.
No Grupo Equatorial, os desenvolvedores trabalham em Amazon WorkSpaces, desktops virtuais na AWS. A estação de trabalho já nasce dentro da rede do cliente. O Dev Factory fica disponível só dentro desse ambiente, sem exposição à internet, e o WorkSpace conversa direto com ele.
A plataforma fora da internet
O acesso ao Dev Factory passa pela rede da empresa. Quem não está no ambiente do cliente não chega à plataforma.
Uma estação pronta para trabalhar
A estação de trabalho é customizada para o desenvolvedor: IDE, agente de IA e ferramentas do time, conectados à plataforma.
As regras da empresa na máquina também
A estação segue as políticas de identidade, rede e acesso que a empresa já definiu para o seu ambiente.
Não é limitado a isso. A estação de trabalho é escolha do cliente.
Amazon WorkSpaces é um caminho, não uma exigência. A forma como os desenvolvedores chegam à plataforma é totalmente livre, e a Space Needle ajuda a montar esse acesso no Dev Factory Setup, junto com a identidade, a rede, o Git e a esteira.
O acesso dos desenvolvedores, no setup
- Estações de trabalho conectadas à plataforma, no desenho que a empresa escolher.
- Agente e provedor do modelo configurados para o ambiente do cliente.
- Contexto e padrões da organização disponíveis para o agente, como o plugin para Claude Code.
As escolhas são suas
- A estação de trabalho dos desenvolvedores.
- O agente de IA e a IDE de cada time.
- O modelo e a forma de contratá-lo.
- As políticas de rede e de acesso.
E a IA que as aplicações usam vem da plataforma.
Além do agente que escreve o código, as aplicações construídas na fábrica usam IA como serviço: Amazon Bedrock e Knowledge Bases pela camada de serviços, com chave por projeto, modelos permitidos e medição de cada chamada.
Gateway de IA
Modelos e bases de conhecimento servidos às aplicações com controle por projeto.
Ver na fábrica → FinOps de IAConsumo medido
Uso de IA por pessoa, projeto e modelo, visível no Platform Admin.
Ver a administração → SegurançaDados no ambiente do cliente
Amazon Bedrock dentro da conta AWS do cliente, com chaves individuais, validade e revogação.
Ver a segurança →O seu agente de IA, dentro da sua fábrica.
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